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terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

BR-116, BR-381, etc: como as rodovias são numeradas

 

Atenção: nos mapas os dados sobre o trecho duplicado podem estar desatualizados.

Como são numeradas as estradas federais brasileiras?

A nomenclatura atual das BR’s foi adotada em dezembro de 1964, já no regime militar portanto.

BR-101, a “Beira-Mar”: do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul.

A mudança é que agora Brasília passa a ser a referência pra todos os marcos iniciais das estradas.

Alteraram a prefixação numérica das rodovias federais, sendo o Km Zero de todas elas determinado pela posição dele em relação a Brasília, repetindo.

O antigo modelo tinha o Rio de Janeiro como sede, a ex-capital nacional.

Do Rio a fronteira com o Uruguai (via SP, Curitiba e Porto Alegre) a atual BR-116 era a ‘BR-2’, por exemplo.

Voltando ao presente, a posição da estrada em relação a Brasília é sempre o que determina se o segundo dígito será maior ou menor que 5. 

São várias categorias de estradas: 

- Rodovias radiais: o primeiro dígito é 0. BR-020, BR-070, etc. Tem o marco zero justamente na capital federal Brasília.

O segundo dígito cresce em sentido horário, tendo o norte como referência. Vai de zero a 4 se estiver a leste de Brasília, e de 5 a 9 se estiver a oeste.

Um exemplo é a BR-040, a popular "Rio/Brasília", que liga obviamente a nova capital a anterior, via Belo Horizonte-MG.

Nessa matéria eu explico. .Alias é a 3ª postagem mais vista da página, já teve 25 mil visualizações desde fevereiro de 2015 (escrevo em fevereiro de 2023).

"Deus proverá"

quarta-feira, 8 de junho de 2022

2-andares, rodoviário, articulado, e tribus? É muita transgenia junto!

 


 ACESSE A "ENCICLOPÉDIA DO TRANSPORTE URBANO BRASILEIRO"

 
Origem das imagens: internet - créditos mantidos. 
 
Local:
Europa.
Viação:
Hallo Internacional
Data:
Entre os anos 80 e o começo do novo milênio.
Carroceria:
Neoplan.
Motor:
???
Observação:
Com ar-condicionado.

Que achou dessa? Ônibus de viagem articulado, com 2 andares e trucado (com 3º eixo no vagão da frente). Pertence a viação alemã Hallo, sediada na cidade de Essen.

Andar inferior do vagão traseiro com salão diferenciado, talvez abrigue poltronas leito. Não  sei em que país da Europa foi clicado,  pois a empresa orgulhosamente proclama ser 'internacional'. 

Seja como for, é muita "Transgenia Automobilística" junto.
Pra quem que não sabe o que é isso, é mais simples que parece: Trata-se de veículos adaptados pra um uso distinto do original que saiu da fábrica. Ou já saiu assim de fábrica, mas é uma variação interessante, curiosa, de um outro veículo de tipo mais comum.

No começo dos anos 80, quando os articulados começaram a ser fabricados no Brasil, chegou a existir ônibus de viagem ‘sanfonado’.

Ao lado um da viação Catarinense, que fazia a linha Blumenau/Baln. Camboriú.

No Brasil, entretanto, o modal não pegou. Por dois motivos: 1) Em viagens longas havia desconforto e instabilidade no vagão traseiro. 

E 2) porque era difícil a logística nas rodoviárias, que no geral não tinham plataformas apropriadas pra esses veículos compridos.

Tudo somado, ainda na década de 80 deixamos de contar com articulados-rodoviários. No entanto, veja esse bichão europeu: articulado, rodoviário e 2-andares. E ainda é Tribus.Tá bom pra ti? 

Ônibus 2-andares é comum. Buso com 3-andares aposto que você nunca viu. Existiu, em Berlim/Alemanha, na década de 20 (do séc. 20). Mais um pouco teria elevador! Seria inviável atualmente, hoje as cidades têm muito mais viadutos que no século passado.

Matéria completa:

Inaugurando esse modal no transporte de massas em nosso país. E eles eram exatamente na mesma cor que os de Londres, que os inspiraram.

Além da capital paulista Osasco (também na Grande SP), Goiânia-GO, Recife-PE e Uberlândia-MG contaram com esse tipo de veículo no transporte urbano. Atualmente só rodam em nosso país nas chamadas ‘Linhas-Turismo‘.

Mostro também os 2-andares na Grã-Bretanha, Europa continental e em várias ex-colônias do império britânico.

SÉRIE "2-ANDARES NO BRASIL":

2-ANDARES PELO MUNDO:

- JOANESBURGO, ÁFRICA DO SUL

 

-  3 ANDARES EM BERLIM, ALEMANHA

 

- BONDE DE 2 ANDARES EM HONG KONG, CHINA (como sabem, colônia britânica até 1997)

A Saga da Transgenia Automobilística/Busófila vai Continuar!

Rodo-trem na Austrália.

Buso com 3-andares aposto que você nunca viu, digo de novo.

Existiu, em Berlim/Alemanha, um século atrás (publicado em 2022), como acabamos de comprovar.

Mais um pouco teria elevador! Seria totalmente inviável atualmente.

Ônibus-Zepelim em Belém do Pará.

Hoje as cidades têm muito mais viadutos que no século passado.

Seguem as matérias, onde documento centenas de casos como os dessas fotos:

– TRANSGENIA BUSÓFILA (E AUTOMOTIVA EM GERAL)

– TEM QUE VER PRA CRER: SEGUE A ‘TRANSGENIA AUTOMOTORA’

– BUSO-TREM, BUSO-BARCO BRASUCA, BONDE 2-ANDARES: MAIS TRANSGENIA MUNDO AFORA

– RODO-TREM, MONOBLOCO ARTICULADO, PÉ-GIGANTESCO, MEIO-A-MEIO: É CADA GAMBIARRA (TRANSGENIA)!!

 Ao lado uma Kombi-Avião! Não sei se voa de verdade, sendo sincero.

 

E já que falamos do Fusca:

 


Reportagens  sobre o tema:

Cid. do Cabo, África do Sul, 2017.

– O CARRO DO POVO 

Vamos homenagear o carro mais vendido da história do planeta Terra.

Claro que só pode ser o nosso querido Fusca.

Foram nada menos que 21 milhões de unidades, de 1938 a 2003.

Oficialmente lidera a lista o Toyota Corolla, com 40 milhões – e contando, ainda está sendo feito.

“Fusca/Rolls-Royce“???

Seguido do Golf, da própria Volks, com 25 milhões, igualmente permanece ativo na linha de montagem.

O Corolla começou em 1966 e é fabricado até hoje.

(Os dados são de 2018, quando escrevo.)

Porém, apenas o nome se manteve. 

O desenho do carro, sua carroceria, mudou muito.

Busque na internet um Corolla dos anos 60 e alinhe com um atual.

Etiópia/África: Fuscarroça!!

Ficará evidente que não se trata do mesmo carro, malgrado tenham idêntico nome. 

O mesmo ocorreu com o Golf, que se iniciou em 1974.

Já o Fuscão velho de guerra vendeu 21 milhões do mesmo carro, mesmo desenho.

Portanto até hoje o carro mais vendido da história.

Se serve de consolo, o velho Golf, o original, é o carro mais vendido da história da África do Sul.

Lá os Fuscas são populares até hoje como relíquia.

No entanto o carro do povo, o que transporta as multidões, é o clássico Golf.

O modelo antigo, que foi lançado em 1974.

Ao lado: vários táxi-Fuscas na mesma esquina em Acapulco/México.

Em 2012, 90% dos táxis de Acapulco ainda eram os bons e velhos Fuscas (*).

Continuando na mesma frequência:

Táxi/Fusca de Curitiba, anos 80.

– MAIORIA DE TAXI-FUSCAS EM CURITIBA: EM 1980, CLARO

Fiz uma postagem mostrando fotos antigas da Rodoviária de Ctba. . Dali se desdobrou essa postagem.

Que originalmente mostrava apenas a fila de táxis no local, em 1980: são 7 Fuscas contra 1 Corcel1 da Ford.

A partir daí ampliei a postagem, pra mostrar Fuscas operando como táxis em diversas cidades do Brasil e América.

 

A Alemanha gosta de ônibus 2-andares, não é de hoje. Na capital da Alemanha no período entre-guerras (a "República de Weimar", quando a inflação era galopante) eram bastante comuns os busos 2-andares. Veja ao lado a festa pelo início da produção em série do Fusca, em 1938. A celebração incluiu um desfile no Portão de Brademburgo. Aparecem na imagem não apenas um mas dois ônibus de 2-andares.

Apesar das enormes dificuldades, foi um período de grande desenvolvimento da engenharia alemã. Além do ônibus com 3 andares e o carro que até hoje é o mais vendido da história da Terra eles criaram também o Zepelim, um balão que tinha motor, digamos uma espécie de antecessor do avião. Na foto ao lado sobre o Rio de Janeiro, evidente. A orla quase sem prédios. Infelizmente um Zepelim pegou fogo perto de Nova Iorque-EUA em 1937, matando 36 pessoas e pondo fim ao projeto.Já que falamos do Rio, a direita abaixo o famoso "Chope-Duplo".
 
Além de tudo os bichões são 'Tribus' (trucados, com 3 eixos).
 
Viram? Realmente não conseguimos igualar a Alemanha e seus busões com 3 andares!
 
Mas na mesma época que a Europa se orgulhava de seus 2-andares, o Brasil também contava com o mesmo modal.
 
"Deus proverá"

sábado, 29 de junho de 2019

Clássico Cometa, de Ctba. pra SP.

https://omensageiro77.wordpress.com/2015/02/19/recordar-e-viver-a-rodoviaria-de-curitiba-naquele-tempo/

ACESSE A "ENCICLOPÉDIA DO TRANSPORTE URBANO BRASILEIRO"


Imagem pertencentes ao sítio Ônibus Brasil. Créditos mantidos. Visite as fontes.

Local:

Curitiba-PR.

Data:

Década de 90 ou começo do século 21.

Viação:

Cometa.

Carroceria:

C.M.A. Flecha Azul.

Motor:

Scania, traseiro.

Observação:     

O busão veio de SP, descarregou e segue vazio pra garagem.


Rodoviária de Curitiba, próximo da virada do milênio. Cometa ‘Flecha Azul’ acaba de cumprir o trajeto vindo de São Paulo, e agora vai descansar antes do próximo pega.

Esse busão foi escolhido pra postagem de hoje porque eu moro em Curitiba, mas estou em São Paulo pra visitar a família. E vim com um busão da Cometa - não desse modelo aqui mostrado, evidente, um bem mais novo. Os 'Flechas Azuis' já foram aposentados. Mas como nosso foco aqui são os busões mais antigos, escolhi esse do arquivo.

Alguns detalhes chamam a atenção, todos eles marcaram época mas agora já extintos: 


  • Originalmente 'Flecha Azul' era só o nome da carroceria. Mas acabou denominando também o modelo de pintura.
  • Houve um tempo em que as viações, tanto rodoviárias quanto urbanas, punham seu nome no teto do veículo. A Cometa dançava conforme a música então dominante, e fazia o mesmo. Entretanto o tempo passa e tudo muda, e esse costume foi abandonado. Como a Cometa manteve a pintura 'Flecha Azul' por muitas décadas, pudemos presenciar em pleno século 21 uma manifestação que teve seu auge na década de 60 do século 21.
  • Por muito tempo a Cometa fabricou a carroceria de seus próprios ônibus. Pra isso ela criou uma subsidiária, a 'C.M.A.' (Companhia Mecânica Auxiliar). Seu carro-chefe era justamente esse modelo 'Flecha Azul'. Isso também acabou. Agora a Cometa encomenda as carrocerias das encarroçadoras tradicionais como Marcopolo, etc. 
  • Por mais tempo ainda a Cometa 'casava' a placa com o nº do carro. Nesse caso específico, o busão é o 7052 na frota da empresa, e sua chapa é 'EVC-7052'. Isso desde a época da pintura/carroceria Flecha Azul, mas sobrevivendo a ela, também foi aplicado nas carrocerias mais novas, incluso as de 2-andares. No final da no final da década de 10 a Cometa abandonou essa prática, infelizmente. Era algo marcante da viação, que durou décadas, mas não mais. O ônibus novos agora têm numeração e emplacamento aleatórios, como nas demais empresas. Uma pena.

A Cometa é baseada em São Paulo, e tem como política fazer linhas até 500 km dessa cidade. Assim ela tem trajetos da capital paulista ao interior desse estado, e também até os estados do Rio de Janeiro, Minas Geriais e Paraná. 

De Curitiba opera linhas pra São Paulo/Capital, Jundiaí (no interior paulista) e Belo Horizonte-MG.

A ascenção da Cometa começou com o modelo 'Dinossauro', fabricado pela Ciferal (ele já utilizava a mesma pintura que depois viria a ser usada no 'Flecha Azul'). Posteriormente ela passou a fabricar suas próprias carrocerias, pra isso tendo instituído a CMA – Companhia Mecânica Auxiliar 

Seu maior sucesso foi justamente o Flecha Azul. A Cometa seguiu fabricando esse modelo – inspirado nos ônibus ianques ‘Greyhound’ – por décadas, até os anos 90. 

Com o mesmo desenho que foi projetado pela primeira vez. Logo, o ônibus por vezes era novo, zero km, mas tinha cara de velho.  

O mesmo que se a Volks fabricasse hoje uma Brasília. Ela seria novíssima, zero km, mas pareceria velha. 

Então, assim ocorreu com o Flecha Azul, eram ônibus que mesmo zerados, ainda com plástico nos bancos e cheirando a fábrica já tinham jeitão de antigos. 

Essa pintura vigorou até pouquíssimo tempo atrás, portanto não apenas me lembro cristalinamente, como fui dezenas sobre dezenas de vezes pra São Paulo num ônibus dessa viação, modelo e pintura. 

A Cometa ainda existe, mas a CMA não mais. Ela aposentou sua encarroçadora, agora compra veículos prontos. Com a CMA, morreu um ícone da busologia brasileira, o “Flecha Azul”. 


Um colega me escreveu, dizendo que esse "que ‘Flecha Azul’ era o modelo, não a pintura. Aí respeitosamente terei que fazer um adendo. 

Tecnicamente ele está corretíssimo, ‘Flecha Azul’ era mesmo o modelo, não a pintura.  

Porém a língua é algo mutante. Um termo criado pra designar uma coisa pode acabar denominando outra coisa também. 

Quero dizer com isso o seguinte: repetindo, como todos os Flechas Azuis eram na mesma pintura, e a pintura era azul, ‘Flecha Azul’ acabou consagrada ‘na boca do povo’ também como essa pintura. 

Tecnicamente, na frieza dos manuais, era só o projeto da carroceria. Mas na prática acabou também designando o desenho que a cobriu. 

A Vida está cheia de situações em que os engenheiros planejam de uma forma, mas no entendimento popular acaba saindo distinto: 

Dentro da busologia já aconteceu pelo menos um caso. Os engenheiros da Mercedes projetaram o farol do Monobloco 2 numa peça única e horizontal. O povão não gostou e corrigiu pra várias bolinhas verticais.  

Então aqui é o mesmo. Na ideia inicial ‘Flecha Azul’ era o modelo da carroceria? Sim, nosso amigo está certíssimo. Mas na prática, pra milhares de busólogos, virou também a pintura.

Enfim, ressaltando de novo o que já foi comentado: a Cometa ‘casava’ a numeração do veículo na frota com a placa. Um capricho dessa viação, desde sempre e permaneceu muuito tempo. Aqui na Grande Ctba. há uma viação que faz o mesmo.

Como já dito, no final da década de 10 a Cometa abandonou essa prática, infelizmente. Era algo marcante da viação, que durou décadas, mas não mais. Os ônibus novos agora têm numeração e emplacamento aleatórios, como nas demais empresas. Uma pena.
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Postagem publicada do bairro de Moema, Zona Sul de S.P. .

Matéria sobre o tema:
Já que falamos da ligação Ctba./S.P., vamos as mensagens que abordam o transporte nessas capitais. Começando pela maior cidade do Brasil (e de todo Hemisfério Sul da Terra):

- SP: A REVOLUÇÃO NO TRANSPORTE - Evidente que as coisas estão longe de serem perfeitas. Mas comparando ao que era até os anos 90 o transporte público em SP melhorou muito. Somando as redes de metrô e trem suburbano - e precisa somar, pois você acessa ambas pagando uma só passagem - a rede sobre trilhos na Grande SP já iguala o metrô de Nova Iorque/EUA. Os ônibus paulistanos igualmente mudaram da água pro vinho, mesmo que ainda haja espaço pra melhorar bem mais.

- 'SAIA-&-BLUSA': OS ÔNIBUS PAULISTANOS (1978-1991): Essa focando mais especificamente nos ônibus como o nome indica, abordando a pintura livre (até 1978) e as padronizações 'Saia-&-Blusa' (78-92, como dito), 'Municipalizado' (1992-2003) e 'Inter-Ligado' (2003-presente). 

- A FÊNIX TROVÃO AZUL: DE NORTE A SUL, ENERGIAJAMAIS SE PERDE, SE TRANSFORMA (abordando exatamente a CMTC e sua pintura mais famosa, a 'Trovão Azul'. Não fui só eu que gostei dela. Veja como ela foi copiada no Brasil inteiro, de Porto Alegre a Manaus/AM).


- "CAMALEÃO" 8000 DA CMTC: O 1º TRÓLEIBUS-ARTICULADO DO BRASIL TEVE 2 CARROCERIAS, 6 PROPRIETÁRIOS, 7 (OU 9?) PINTURAS E & NUMERAÇÕES - Fabricado em 1985, saiu de circulação em 2012. Começou Caio e foi re-encarroçado Marcopolo. Comprado estatal, foi privatizado. Iniciou a operação na Zona Leste, foi pra Zona Sul, voltou pra Z/L, de novo pra Z/S, e como o bom filho a casa torna, retornou mais um vez pra Z/L. Ficou sem placa por 15 anos aproximadamente (até a virada do milênio tróleibus em SP e várias outras cidades não eram emplacados), começou na lona, ganhou letreiro eletrônico mas nos fim retornou a lona, ganhou ar-condicionado e portas elevadas a esquerda. Enfim, o bichão é um museu-vivo do transporte paulistano - alias hoje é exatamente isso que ele é, um ônibus-museu - alias hoje é exatamente isso que ele é, um ônibus-museu.

- CAPELINHA: RIO, SP, B.H., BELÉM E POA; PLACA NO ALTO: ESTAMOS NO SUDESTE:

Mostra o Sudeste e mais Belém-PA, Porto Alegre-RS e até Brasília-DF (onde houve capelinha).


- CENAS PAULISTANAS: O CENTRO E A ZONA SUL DE SÃO PAULO EM IMAGENS - Matéria-portal sobre SP, onde estão ancoradas as outras reportagens que já fiz sobre a cidade; falo um pouco da modernização do transporte igualmente.

 

O melhor e o pior do Brasil, a poucas quadras de distância um do outro. O Centrão, que está com muitos moradores de rua e diversos outros problemas típicos de uma metrópole desse porte;

E ali do ladinho a “Cidade Verde”, os Jardins, a Paulista, Higienópolis, e o começo das Zonas Oeste e Sul, região que ao lado da Orla do Rio é onde mais concentra elite e alta burguesia no Brasil. A modernização da rede de transportes é mais uma vez abordada no relato.
 
Agora a capital do Paraná: 
 
 
- ANTES & DEPOIS: FROTA PÚBLICA DE CURITIBA: Entre 1987 e 88, a prefeitura encomendou 88 articulados, que vieram pintados de laranja.

Usei seu trabalho como base pra fazer uma matéria em minha página, acrescentando mais fotos e informações. 

Tudo somado, os 88 busos eram nessas configurações:
– 12 Caios Amélia (11 Scania e 1 Volvo)
– 26 Marcopolos Torino (todos Volvo)
– 50 Ciferal Alvorada (idem, 100% Volvo).

Vendo pelo fabricante de motor, repetindo, foram 11 Scanias (todos eles Caio Amélia e com o eixo a frente da porta) e 77 Volvos (sendo 1 Caio Amélia, 26 Marcopolos Torino e 50 Ciferal Alvorada, todos com o eixo na posição ‘normal’, atrás da porta).

Esse é focado nos ônibus. Falo bastante da cidade de Curitiba, principalmente de um fato curioso: 
Azul é a cor mais comum de ônibus pelo mundo afora. No entanto, só em 2011 a capital do Paraná foi ter busos nessa cor. A vai durar pouco. Os ‘ligeirões’ comprados a partir de 2018 voltaram a ser vermelhos.

Assim, em algum momento na década de 20, a frota azul adquirida em 2011 será substituída.

Curitiba deixará então de ter busos celestes, e então nãos os terá nem no municipal tampouco no metropolitano. Alias esse tema já nos leva a próxima matéria.

Aqui abordo a história do modal ‘Expresso’, desde sua criação em 1974. Você sabe quantas cores o Expresso já teve em Curitiba?

Foram 4, começou vermelho, já tentaram fazer Expressos laranjas (dir.), cinzas (esq.) e azuis, mas sempre voltam a ser vermelhos.

As próximas 3 matérias retratam Colombo, na Zona Norte da Grande Curitiba.

– VIAGEM PRO PASSADO: A GARAGEM DA VIAÇÃO COLOMBO, ANOS 80 - Quando ainda era pintura livre, e a viação era grande cliente da Caio (depois ela ficou 20 anos sem adquirir Caios 0km).

Ficou pronto em 2006, mas ficou 3 anos fechado, só sendo inaugurado (de forma errada) em 2009.
Somente em 2016 o Roça Grande se transformou num terminal de verdade. Com linha troncal sendo feita por articulado e linhas alimentadoras com integração de fato.

Fotografei um articulado Caio ex-BH chegando no Terminal Roça Grande vindo do Centrão de Ctba. .  Isso nos leva as duas próximas matérias.

Até 2015, a prefeitura de Curitiba controlava também boa parte do transporte metropolitano.
Então era proibido trazer ônibus usados, tinha que ser sempre 0km.
Nesse ano houve o rompimento. As linhas inter-municipais voltaram pra alçada do governo do estado.
Com isso, Curitiba passou a ser grande importadora de busões de outros estados.

Um busão do Recife foi vendido primeiro pra Aracaju-SE.
Onde operou sem repintar por conta de uma homenagem que uma viacão sergipana faz a Pernambuco.
Depois veio pra Grande Curitiba, sendo enfim repintado no padrão metropolitano.
E assim, no bege da Comec, foi deslocado pra Itajaí/SC.
Mostro vários outros exemplos que nas viações metropolitanas a importação de ônibus usados virou rotina em Curitiba.
Especialmente entre os articulados, mas chegou ma leva de ‘carros’ curtos também.

– LINHA TURISMO: A CURITIBA QUE SAI NA T.V. - Na postagem conto a história completa desse modal.
Desde o tempo da ‘jardineira’ “Pro-Parque” e da linha “Volta ao Mundo“, que foram suas predecessoras. Passando pelo momento que a Linha Turismo ainda era feita com velhos ônibus de 1-andar. A Linha Turismo não era vista com tanta importância.
Por isso os ‘carros’ que nelas serviam eram aposentados das linhas convencionais, reformados pra mudarem as janelas e os bancos. Só depois chegaram os busões 0km especialmente pra Linha Turismo; Primeiro ainda com 1 andar mesmo, e mais recentemente os famosos 2-andares.

 
 
"Deus proverá"