Inteiro de amarelo, o primeiro ônibus ‘sanfonado’ da história de Santa Catarina.
Um Torino Volvo, que rodou em Chapecó. Da mesma forma foi adquirido usado de Porto Alegre-RS.
Abaixo nos anos 80: Porto Alegre na padronização EBTU - como dito, também adotada em Florianópolis, Brasília, Campinas e Maceió.
Se não for o mesmo veículo é do mesmo lote.
(Nota: sim, eu sei, a Marcopolo diz que esse modelo é São Remo.
Só que ele é muito parecido com o Torino, que lhe sucedeu.
Não tem nada em comum nas linhas com o São Remo que o antecedeu.
Então fica como ‘Torino’ mesmo.)
Abordo um pouco da história do transporte em Chapecó, no Oeste catarinense.
Ainda assim sobrou uma palhinha até pro vizinho Paraná.
Ao lado um ônibus antigo em Foz do Iguaçu, na ‘Tríplice Fronteira‘, Oeste do PR.
Da extinta viação Irmãos Rafagnin.
Vamos falar de uma cidade brasileira. Que teve no entanto auxílio dos gringos na fundação e começo da colonização.
– “PÉ-VERMELHO” –
Publicado em outubro de 2019, originalmente só com Londrina; ao lado nessa cidade com pintura livre, que
vigorou até 1994.
Foi reordenado em janeiro de 2022, incluindo Maringá.
Conto, de forma resumida é claro, a História do Transporte as duas maiores cidades do interior do Paraná.
Como todos sabem, trata-se de Londrina e Maringá, no Norte do estado.
Um pouco acima um clássico da TCGL – Transp. Col. Grande Londrina, na pintura livre (branco com faixas
amarela e verde).
A seguir “azulão” da mesma viação, na pintura padronizada (já extinta, infelizmente): buso unicolor conforme a categoria da linha.
Londrina, a ‘Pequena Londres’, foi planejada e povoada no início sob a diretriz da Cia. de Melhoramentos do Norte do Paraná.
Empresa, como o nome da cidade indica, de capital britânico.
E na tomada acima um belo Torino 1 em Maringá, a "Cidade-Canção", anos 80.
Todo adornado com as cerejeiras floridas.
– ‘CAPITAL DOS CAMPOS GERAIS’: PONTA GROSSA, PARANÁ
4ª maior cidade do estado, no Centro (geográfico) do PR, a região chamada 'Campos Gerais'.
Atualizei a matéria, adicionando novas fotos e texto.
Acrescentei uma seção contando a história dos ônibus
ponta-grossenses, dos anos 70 até hoje.
Acima e ao lado articulados em P. Grossa.
O azul na foto noturna na pintura anterior.
O verde na atual (2022) unicolor – ao fundo o Centro da cidade.
A padronização também é por categoria de linha, como Londrina e Paranaguá foram no passado.
- "ENCONTRO DAS ÁGUAS (E DO MERCO-SUL)": FOZ DO IGUAÇU E A 'TRÍPLICE FRONTEIRA BRASIL/ARGENTINA/PARAGUAI
Matéria será reformada pra mostrar detalhadamente o transporte no Oeste do estado. Foz (que além dos sistema municipal tem o modal "urbano/internacional" pra Cidade do Leste/Paraguai e Porto Iguaçu/Argentina); e vou mostrar também Cascavel e Toledo.
Seguindo a seção de nostalgia do nosso canal de comunicação, vamos mostrar os caminhões Mercedes-Benz. Principalmente a chamada linha AGL, produzida de 1966 a 1989 no Brasil.
Variações técnicas do motor a parte, a marca registrada é que a cabine era sempre a mesma, redonda.
Do tipo avançada, que hoje praticamente não é mais fabricada em boa parte do mundo.
(Os EUA e países da Anglosfera como Austrália e Canadá são exceção, eles ainda apreciam um caminhão ‘bicudo‘.)
A série AGL vendeu mais de meio milhão de unidades, sendo por isso chamada de ‘Fusca das Estradas‘ – além da alta vendagem, o 11-13 e o ‘Fuca’ compartilhavam as linhas arredondadas.
Bem como o ônibus Monobloco, também redondo e outro imenso sucesso da Mercedes-Benz do Brasil. Já escrevi sobre eles aqui, aqui, e aqui.
Enfim, do ônibus e dos VW Fusca, ainda o carro mais vendido da Terra, já falamos melhor outro dia. Aqui o foco são os Mercedões.
O carro-chefe da AGL era o modelo 11-13, com 207 mil deles produzidos de 1969 a 1987. Ao lado um deles vencendo a neve em Santa Catarina.
Por conta do 11-13 a Mercedes liderou o mercado de caminhões por 35 anos em nosso país:
De 1969 – justamente no lançamento do ’11-’13’ – até 2004, quando passou o posto pra Volkswagen.
De 1966 a 1982 havia apenas um farol redondo de cada lado.
De 82 a 89, quando a série foi encerrada,
foi acrescentada uma ‘máscara negra’, e passaram a ser 2 faróis
quadrados de cada lado.
Na Alemanha a série AGL foi fabricada de 1958 a 1982. Não houve a versão de ‘máscara negra’ por lá.
A Mercedes-Benz do Brasil foi a filial que mais produziu caminhões da marca, só atrás da matriz alemã.
A 1ª fábrica, em São Bernardo do Campo
(ABC Paulista, na Grande SP), foi inaugurada pelo presidente Juscelino
Kubitschek em 1956.
Produzindo caminhões completos ou apenas
importando de forma desmontada e montando no local, a Mercedes também
teve fábricas na Arábia Saudita, África do Sul, Irã e Nigéria.
Reportagem completa com dezenas de fotos:
- "A ESTRELA BRILHA" - (sobre
os caminhões Mercedes-Benz,
obviamente, que
foi a líder do mercado brasileiro por décadas);
Outras matérias sobre caminhões e ônibus:
Falamos inclusive dos caminhões Fiat no Brasil e exterior.
- TEM QUE VER PRA CRER: SEGUE A 'TRANSGENIA AUTOMOTORA' (Mostramos
os 'Papa-Filas' em diversos países, aquela transgenia entre
caminhão-carreta e ônibus - no Brasil a maioria dos Papa-Filas era
Fenemê);
- "A ESTRELA BRILHA" - (sobre
os caminhões Mercedes-Benz,
obviamente, que
foi a líder do mercado brasileiro por décadas);
(A
Mercedes foi líder sim, mas de caminhões pitocos. Entre as carretas
quem era o ‘Rei da Estrada’ era Scania);
- "SÉCULO 20: 'AZULÃO EM CURITIBA SÓ NO METROPOLITANO; E "VOLVO ERA VOLVO..." (Aqui o foco é o transporte coletivo; abordo também o fato que Curitiba só foi ter ônibus azuis municipais em 2011, antes não)
– BR-116, BR-381, ETC: COMO AS RODOVIAS SÃO NUMERADAS
Qual o critério dos prefixos das estradas federais brasileiras?
Numa das matérias mais lidas da página eu explico – no mapa a BR-101, a ‘Rodovia Beira-Mar’ brasileira.
"Deus proverá"