segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

o Recife também teve Romeu-&-Julieta



Origem das imagens: internet. Créditos mantidos.

Local:
Recife-PE.
Viação:
Vera Cruz.
Data:
Final dos anos 70 (prov.).
Carroceria:
Marcopolo São Remo.
Motor:
???
Observação:
Sim, a carroceria é 'San Remo' – é que eu traduzo tudo pro português.

Recife, provavelmente nos últimos anos da década de 70. Romeu-&-Julieta da viação Vera Cruz de Jaboatão, portanto certamente cumprindo linha metropolitana.

Fixamos a data assim pois foi aí que o 'Romeu' surgiu. E a partir de 1980 os busos do Grande Recife passaram a trazer no fundo no número da 'Área' da cidade que serviam, conforme determinação da EMTU.

Como esse veículo não tem o 'Área 02' no fundo, é porque a foto é anterior a 1980.

Sim, como dito a Vera Cruz atendia a Área 02. A numeração começou a partir da Zona Sula região que a Borborema atendia, que compreende Boa Viagem e a vizinha Piedade, em Jaboatão (entre muitos outros bairros, evidente) era a Área 01.

A 02, que coube justamente a Vera Cruz, pegava outros bairros de Jaboatão, e assim ia subindo, primeiro pra Zona Oeste, e por fim pra Zona Norte, a Itamaracá por exemplo era Área 15, a Nápoles e Rodotur Área 16.

O Recife não tem Zona Leste, como o Rio de Janeiro, e pelo mesmo motivo: o Centro da cidade está na orla, então a oriente dele só há o Oceano (no caso do Rio a Baía de Guanabara).

A EMTU é a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, homônima a que existe em São Paulo. Mas não confunda, não são a mesma e nem tem como, já que ambas atuam apenas em seus estados-sede.
……….

Quanto ao "Romeu-&-Julieta”: o bichão tem um reboque, é o “pai” do articulado. 

A vantagem é que o reboque só é engatado no horário de pico, se for o caso. A desvantagem é que precisa ter 2 cobradores, um em cada vagão. 

O“Romeu-&-Julieta” foi muito comum em Porto Alegre-RS e no Rio de Janeiro. Além do Recife, existiu também em Florianópolis-SCe Belém-PA, segundo dizem, também em Brasília-DF.

SÉRIE SOBRE O RECIFE:

O apelido, evidente, se deve as muitas pontes e canais do Centro. Também chamada Amsterdã Sul-Americana, pelo mesmo motivo. Falo de vários aspectos sobre a cidade: o nome, a geografia, a pichação nos muros, e muitos outros.

 
("Choque Cultural": um curitibano no Recife - poucas cidades no mundo são tão diferentes quanto as capitais do PR e PE. Curitiba é fria, o Recife é quente, sangue-quente.
 
 
 
Confira matéria completa sobre o transporte no Recife, atualizada com centenas de fotos, o texto também foi completamente reformulado.

Outras postagens relacionadas ao tema:
 
B. Teimosa e prédios de Pina e B. Viagem
- UMA ‘BOA VIAGEM’: DE BRASÍLIA “TEIMOSA” A BRASÍLIA “FORMOSA”
 (Além de desenhos do Recife, mostro Brasília Teimosa, antiga favela próxima a Boa Viagem, que até 2003 tinha palafitas dentro do mar; agora foi urbanizada e virou um bairro normal)

- TRANSGENIA BUSÓFILA (E AUTOMOTIVA EM GERAL) Dezenas de curiosidades como essa, veículos - de todos os modais - adaptados prum uso distinto do planejado originalmente;
 

Eis a série completa sobre a Bahia, que conheci na mesma viagem:

2 LINHAS DE METRÔ, SISTEMA DE ÔNIBUS RENOVADO, ELEVADORES, E BREVE VLT, CORREDORES E ARTICULADOS: O TRANSPORTE EM SALVADOR – Todos os modais, dos anos 70 até hoje e os planos pro futuro:

Padronização Integra Salvador, o metrô que foi inaugurado em 2014 e já tem 2 linhas, o trem suburbano que operou por 160 anos, o futuro VLT que entrará em seu lugar;

“O “Brancão” do começo desse novo milênio (um pouco mais pro alto na página, acima da foto da estação do metrô), quando quase todas as viações adotaram uma “padronização informal” embranquecendo a frota – mas nem todas, a BTU foi uma das que resistiu;

O tróleibus que existiu nos anos 60, a viação estatal Transur, as primeiras tentativas de padronização (‘Grande Circular’ e TMS), os articulados – que acabaram mas logo voltarão com o BRT, os elevadores que conectam a Cidade Baixa a Cidade Alta.

- ONDE TUDO COMEÇOU: SALVADOR DA BAHIA (Salvador é o sol: com 80 km de praias, o sol nasce e se põe dentro do mar)

Publicado em 22 de Abril de 2021 – aniversário de 521 anos do ‘Descobrimento’ do Brasil, que ocorreu na Bahia. A direita vemos a cena: em 1500 Portugal “descobre” o Brasil, chegando pela Bahia (quadro do museu Palácio da Sé, no Pelourinho-Salvador).

Salvador é peculiar, por muitos motivos: é uma cidade muito antiga, foi a primeira e por enquanto mais longeva capital do Brasil.

Salvador foi fundada em 1549 (5 anos antes de São Paulo e 16 antes do Rio de Janeiro), quase meio século depois do “descobrimento”, pra ser a sede da administração portuguesa no então nascente Brasil

"Descobrimento" entre aspas, pois aqui já moravam homens antes da chegada das caravelas, portanto já estava descoberto - esse adendo não significa a negação da contribuição lusa e europeia em geral na formação de nossa pátria.

A esq. o 1° bispo do Brasil, instalado em Salvador. Nota: eu não sou católico. Apenas em seus primeiros tempos a história de nosso país esteve muito atrelada a Igreja.

Com 80% de sua população afro-descendente, é a metrópole mais negra do Brasil – e uma das mais negras do mundo fora da África.

Espremida entre a Baía de Todos os Santos e o Oceano Atlântico, tem 80 km de praias. Seu litoral é maior que o do estado do Piauí.

Com uma orla com essa grande extensão e bastante recortada, o Sol nasce e se põe no mar:

Situação creio que única no mundo, ao menos entre as cidades dessa porte.

Salvador é uma península (tem a forma de um dedo, se quiser visualizar assim).

Isso faz dela uma cidade muito densa, com pouca área verde e muita verticalização, inclusive nas áreas mais humildes.

Some-se a isso uma grande desigualdade social, que também ocorre nas outras metrópoles do Brasil e do mundo. Resultando que há favelas em quase todos os bairros, mesmo na Zona Central e nas partes mais abastadas da Orla.

Como as favelas são em morros e com muitos prédios artesanais, em que as lajes vão sendo enchidas e os andares vão subindo sem muita fiscalização, a imagem é bastante impressionante. Andar pela capital baiana, mesmo perto do Centro e das praias, é parecido com andar na periferia de São Paulo. O subúrbio soteropolitano (o gentílico da cidade se alguém não sabe) é bastante denso e verticalizado, repetindo.

Mais parecido com os subúrbios do Sudeste que com os das outras capitais nordestinas.

Salvador é a ligação entre o Sudeste e o Nordeste em termos Espirituais, assim como Curitiba é a ligação entre Sudeste e Sul.

BEM-VINDO A SALVADOR“: favela em morro ao lado de prédios de padrão mais elevado; eis uma das 1ªs imagens que vi da cidade, ainda dentro do moderníssimo metrô que me levou do aeroporto ao Centro.

……

É BOM PASSAR UMA TARDE EM ITAPUÃ: É DIA DE DOMINGO EM SÃO SALVADOR (publicado em novembro de 2021)

Comecei meu último dia no Nordeste na Barra, que é o único lugar de Salvador que os brancos são maioria na rua. Portanto uma região de elite.

E, como diz a música, fui “passar a tarde em Itapuã” – uma praia da periferia (esq.), onde exatamente ao inverso 95% das pessoas eram negras ou mulatas.

A trilha sonora só poderia ser o ‘pancadão’ do ‘funk’. Daquele jeito.

Falo do renascimento do Salvador pros turistas: uma cidade acolhedora, limpa e segura.

Por outro lado, as ofertas dos guias e vendedores no Pelourinho extrapola pra insistência desrespeitosa e mesmo pra uma extorsão velada.

Abordo também da pichação em muros, que tem ‘alfabeto’ e regras próprias. Ao lado um exemplo desse estilo inconfundível (no destaque bicicletas que um banco disponibiliza pra aluguel em Ondina).

Além de vários aspectos soteropolitanos: da origem desse gentílico, que remonta ao grego;  até o gosto pelo churrasco, compartilhado com o Sul do Brasil.

SOTEROPOLITANO –  Publicado em janeiro de 2017, antes de eu ter ido pessoalmente, portanto:

PUXADINHO NO PRÉDIO, GENTE NAS CAÇAMBAS, GARAGENS NA VIA PÚBLICA:

SALVADOR TAMBÉM É AMÉRICA! E COMO É!!!

Em algumas fotos puxadas do ‘Google Mapas’, mostramos cenas da periferia da cidade.

Ao lado “puxadinho no prédio“:  há um edifício, legalmente construído, com alvará e tudo.

E aí sem alvará alguém sobe mais um andar por conta.

Orla de Salvador.

Essa é no bairro de Perambués, mas é situação comum por todo subúrbio soteropolitano.

Flagrei também pessoas viajando sem proteção nas carrocerias de caminhões.

Calçadas das vias públicas que foram transformadas em estacionamentos pros prédios em frente, e por aí vai.

América Latina, né? Fazer o que?

 
Segue a série sobre a vizinha Paraíba, que visitei em 2013. 

 TERRAS DO TRIBUS URBANO: a Paraíba, ao lado dos vizinhos Pernambuco, Rio Grande do Norte e até Sergipe, e mais São Paulo, concentram os ônibus trucados (com 3º eixo) no Brasil.
Tribus na padronização SEI/Recife.


ONDE O SOL NASCE: JOÃO PESSOA (a capital paraibana é a cidade mais oriental de toda América, portanto a que todos os dias recebe seu primeiro raio de Sol; nessa matéria falo um pouco do transporte coletivo também);

 ATÉ BAYEUX TEM "METRÔ": minha ida de trem ao subúrbio da Zona Oeste da Grande J.P. (Bayeux e Santa Rita) de trem. A tarifa é simbólica, R$ 0,50 (valor de 2013)Falamos rapidamente também do futebol na Paraíba, afinal 2013 foi justamente mais glorioso da história, quando esse estado levou seus dois maiores títulos, a série D do Nacional e a Copa do Nordeste.

praia-da-ponta-seixas-e-manaira-j-pessoa
P. Seixas, J. Pessoa: ponto mais orental da América.

Contamos um pouco da história do estado, os 5 nomes que J. Pessoa já teve. No embalo mostramos 2 bandeiras anteriores paraibanas, até ela chegar a atual. Ah, é a “Cidade de Maurício” é justamente o Recife.

– JOÃO PESSOA É UMA MÃE, assim definiu o taxista (recifense de nascimento e criação) que me levou do aeroporto. Um pouco do clima, vegetação, e muitas fotos da periferia.

"Deus proverá"

domingo, 26 de janeiro de 2020

a Cidade de Floriano não está mais Desterrada

https://omensageiro77.wordpress.com/2015/09/29/a-cidade-de-floriano-nao-esta-mais-desterrada/


Autoria própria. Imagem de livre circulação, desde que os créditos sejam mantidos.
Local: 
Florianópolis-SC. 
Data:
06/15.
Viação:
??? 
Carroceria:
Marcopolo Viale.
Motor:
???
Observação  
Foto tomada no Centro. 

Florianópolis, junho de 2015. Marcopolo Viale cumpre linha pro Morro da Cruz. Pintado na nova padronização que foi instituída em 2014. Toda a frota da cidade, todas as linhas de todas as empresas portanto, usam essa pintura única. 

Alias a viação não vem grafada no veículo. Dessa forma, só de olhar a imagem não sabemos de que empresa é.

Pra quem não conhece geografia da região, Fpolis. é formada por uma parte continental e pela Ilha de Santa Catarina. 


No meio da Ilha está o Maciço do Antão, uma cadeia de montanhas onde fica o Morro da Cruz. No pico dele ficam as torres de TV e rádio. Boa parte das encostas está favelizada.

Portanto é um buso 'Sobe-Morro', serve as 'comunidades' que ficam em suas ladeiras. No passado, esse tipo de linha que atendiam essas partes mais humildes da cidade eram mais baratas, tinham uma 'tarifa social'. Não sei se essa política ainda está em vigor.

Seja como for, o dia glorioso afinal chegou, acabando com duas décadas de espera martirizante: Florianópolis enfim re-padronizou a pintura de seus ônibus.

Constatei pela internet em maio de 2014, e confirmei ‘in loco’ um ano depois, em junho de 15. A partir de agora os veículos da capital catarinense terão que ser pintados todos iguais, azuis e brancos.

Florianópolis era a única capital brasileira em que havia ocorrido uma des-padronização na pintura dos ônibus.

Ou seja, o único lugar em que um dia houve a obrigação das viações adornarem seus veículos no modo determinado pelo poder público (e não ao bel-prazer) e no entanto esse ganho fundamental pra cidadania havia sido revertido. 

A única cidade que padronizou mas depois despadronizou. Corrigindo esse erro histórico, agora re-padronizou. E olhe que Floripa começou bem. Como já escrevi muitas vezes:


Nessa época, no finzinho de seu regime os militares investiram maciçamente em transporte urbano. Padronizando a pintura nas cidades de Brasília-DFGoiânia, São Paulo/Capital, Campinas-SPBelo Horizonte, Florianópolis,  Curitiba e Porto Alegre-RS, entre outras.

Alias Brasília, Campinas, Florianópolis e Porto Alegre adotaram a mesma pintura: fundo branco com uma faixa horizontal que tinha a cor definida conforme a parte da cidade que aquela linha servisse.

Mas, independente de qual padronização foi adotada, apenas em 3 capitais, Goiânia, Floripa e BH, o benefício abarcou tanto os ônibus municipais quanto os que servem a Região Metropolitana, repetindo.

Vieram os anos 90, e as cidades entenderam que a padronização é inevitável, pois é infinitamente melhor pro usuário. Assim, novas capitais também adotaram a pintura única.

Como exemplo Fortaleza-CE, Belém-PA,  São Luiz-MA (da pintura dos ônibus dessas 3 eu falo melhor nessa mensageme nessa outra radiografia completa de Fortaleza, incluindo ônibus, metrô, trem de subúrbio e VLT), Campo Grande-MS, Recife-PEVitória-ES, Maceió-AL. Em alguns casos incluindo também os veículos metropolitanos. 

Curitiba, logo no começo da década de 90, fez o que Floripa, BH e Goiânia já haviam feito, também padronizou seus metropolitanos (veja como eles eram na pintura livre), no que foi seguida por São Paulo, Porto Alegre, etc.

Porém, na mesma época (meio dos anos 90), Florianópolis regrediu: voltou a ter pintura livre. Foi um caso inédito, e indescritivelmente triste de reversão de cidadania, do interesse público abertamente se dobrar ao grande capital.

E agora a pintura foi repadronizada em Floripa. A Cidade-Desterro foi re-incorporada, no tempo e no espaço. Agora seguirá o modelo brasileiro de padronização e modernização da frota de ônibus.

Como sabe, a atual Florianópolis se chamava ‘Desterro’, porque a ilha era uma espécie de prisão onde eram exilados os 'inimigos do rei', no caso brasileiro do imperador. 

Por duas décadas (1994-2014) teve novamente pintura livre. Quando até mesmo o Rio de Janeiro e Manaus já haviam padronizado

(Digo, o Rio de fato padronizou a pintura na primeira metade da década de 10, mas na segunda metade da mesma década boa parte da frota foi despadronizada com a desculpa que os "ônibus com ar-condicionado não precisam ter pintura padronizada".

Dialética que só existe no Rio, em todas as outras cidades os veículos com ar seguem a padronização. Assim, se Florianópolis havia sido a primeira capital a despadronizar a pintura, o Rio foi a segunda.)

De qual quer forma, em SC não mais. Florianópolis não está mais “desterrada”, foi re-incorporada, no tempo e no espaço. Deixou de ser a ‘ovelha negra’. Os ônibus agora são azuis e brancos. Todos eles.

Matéria levantada pra rede diretamente da Grande Florianópolis (bairro Forquilhas, São José, Continente, Região Metropolitana).

Reportagens sobre o tema, começamos pela capital Floripa:
  • (Radiografia completa do transporte 'manezinho', com dezenas de fotos: da pintura livre a padronizada, a volta a pintura livre, ao novo retorno a padronização)

     

    Sobre Joinville, maior cidade do interior:

     - O TRANSPORTE JOINVILLENSE - DOS MONOBLOCOS E AMÉLIAS A ERA 100% BUSSCAR, A ERA PÓS-BUSSCAR

    Em azul e branco de costas Thamco da Transtusa na pintura livre em Joinville anos 80 (fonte da foto: portal SFS Ônibus).

    Até que em 1987 a Busscar - ainda chamada Nielson' - começa a produzir veículos urbanos. 

    Por duas décadas, a frota joinvillense foi 100% Busscar, valorizando a marca ‘da casa’. 

    Todo amarelo, o articulado Busscar na pintura padronizada sai do Terminal (prov. o Central) em Jvlle.  .

    Como todos sabem, a Busscar foi um símbolo da indústria de Joinville, de Stª Catarina e do Brasil

    Só que com a falência, as viações da cidade precisaram encontrar outras alternativas.

    .............

    Agora os textos sobre as cidades de forma geral, abordando além dos ônibus: 

    - BLUMENAU, A "ALEMANHA BRASILEIRA:

    A cidade mais alemã do Brasil (certamente entre as grandes e médias, que têm mais de 300 mil habitantes).

    Acima: casas em ‘enxaimel (modelo de construção típico alemão) na Beira-Rio: isso é Blumenau.

    Agora, toda moeda tem duas faces. O lado menos conhecido de Blumenau é que de seus 300 e poucos mil moradores cerca de 60 mil vivem em ocupações irregulares nos morros.

    Ao lado o morro da Rua Araranguá, no bairro Garcia próximo ao Centro: isso também é Blumenau.

  • ILHA DA MAGIA - E CONTINENTE TAMBÉM: GRANDE FLORIANÓPOLIS, SC 

    Relato geral sobre a cidade, abordando não apenas o transporte, mas falamos também sobre isso, da volta do livre pro padronizado, cliquei várias cenas mostrando a transição.

     

    - “¡ BAMOS A LA PLAYA !” - CANASVIEIRAS E BEIRA-MAR NORTE, FLORIANÓPOLIS

    Voltamos a capital. A matéria principal sobre Fpolis., chamada 'Ilha da Magia', havia sido feita no inverno, em junho de 2015.

    Estava frio e não teve então jeito de ir ao mar

    Como era de se esperar pela época do ano.

    Um ano e meio depois, voltei a Floripa em pleno verão. Estava quente, bem quente.

    Vi uma Praia de Canasvieiras lotada, tanto de brasileiros quanto de argentinos, uruguaios e paraguaios

    Na foto acima note o camelô com a bandeira da Pátria Amada e do Uruguai no mesmo mastro - havia atambém a da Argentina, que não apareceu.

- JOINVILLE, TERRA AMADA & QUERIDA - Não é “a maior cidade de SC”, como muitos dizem. 

A Grande Florianópolis é quem ocupa esse posto, dizendo mais uma vez.

Ainda assim, Joinville é a maior cidade do interior, município mais populoso de todo estado, seu pulmão industrial. Por isso o maior PIB catarinense – o dobro da capital Fpolis.!

Seu cartão-postal mais famoso está logo na entrada da cidade, é obviamente o portal visto acima.
 

 ''MAR A VISTA'': O LITORAL NORTE DE SC: Bombinhas e Barra Velha

Publicado em setembro de 2016, com o material sobre Bombinhas. Atualizado em novembro de 2017, mostrando Barra Velha.

Ainda na estrada já vemos as famosas baleias, num hotel na BR-101 em Barra Velha.

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Paraná e Santa Catarina dividem duas “cidades-gêmeas“:  

Em ambos os casos um município em cada estado, mas formando uma única cidade. 

Se preferir uma região metropolitana bi-estadual. Daí o título das matérias:

- ''RIO-MAFRA'': 1 CIDADE, 2 ESTADOS (Paraná/S. Catarina) - Rio Negro/PR + Mafra/SC

Na foto acima vemos a placa da auto-escola 'Rio-Mafra':
Esse anúncio no Centro de Mafra mostra como a cidade é conhecida. E ao lado a ponte velha que liga Mafra e Rio Negro.
 

Publicado originalmente apenas com um desenho em dezembro de 2014.

Em julho de 2018 reformulado pra se tornar uma reportagem sobre a cidade.

Ao contrário de Rio-Mafra, em “Porto União da Vitória” não é o rio quem divide os municípios (e os estados).

Assim você pode pisar em SC e PR – simultaneamente (esq.).



"Deus proverá"